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Quarta, 01 Novembro 2017 07:30

Espetáculo cênico-musical: Tropicália aos Demais

Tropicália aos Demais

A alquimia tropicalista, com sua estética e música que ganharam o mundo, nas vozes e atitudes de seus embaixadores Caetano Veloso e Gilberto Gil, vai tomar de assalto, alegria e irreverência o grande palco do Teatro Plínio Marcos, com espetáculo musico-teatral em celebração aos 50 anos do movimento.

 

Serviço:

Espetáculo cênico-musical: Tropicália aos Demais - Uma homenagem aos 50 anos da Tropicália

Local: Teatro Plinio Marcos, do Complexo Cultural Funarte Brasília

Dia: 5 de novembro de 2017

Horário: A partir das 19 horas

Classificação Indicativa: livre

A partir das 16 horas, na área externa do Teatro: Varal de poesia; Exposição coletiva e venda de obras de artistas locais; Praça de alimentação, com produção do projeto “Buraco do Jazz”.

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia entrada para estudantes, professores e pessoas com mais de 60 anos)

Venda de ingressos: pelo WhatsApp (61) 9.8223-3452, Na bilheteria do Teatro, a partir de duas horas antes do início da sessão, e também no site https://www.sympla.com.br/tropicalia-aos-demais-50-anos__199368 

Informações: (61) 9.8223-3452

Siga e acompanhe as novidades no Facebook: @tropicalia50anos

  

Para reviver o Movimento Tropicalista, que neste ano comemora 50 anos desde o seu surgimento, artistas de diferentes linguagens e profissionais de diversas áreas se reuniram para criar o espetáculo Tropicália aos Demais, uma montagem que alia musical e teatro em seu roteiro dramatúrgico. No total, são 22 profissionais que, de mãos dadas e em um exercício coletivo, ergueram a montagem cuja estreia acontece no dia 5 de novembro, e já tem no horizonte uma turnê pelo centro-oeste prevista para 2018.

 

Com um roteiro musical de 22 canções, entremeado por pinceladas teatrais, as quase duas horas espetáculo conduzem a plateia através do melhor e mais ousado da Tropicália. A afinada direção musical de Felipe Barão, que traz arranjos fiéis ao movimento além de criações inéditas, aliada à direção artística de André Trindade e Tuka Villa-Lobos, e envolvidos por cenário, de Rodrigo Lelis, e iluminação, de Emmanuel Queiroz, ambos da Trupe do Cerrado, a montagem buscar retratar o tropicalismo com fidelidade e, ainda, ousa acrescentar pitadas contemporâneas.

 

Em cena, cinco cantores-interpretes, Clara Telles, Mario Noya, Geraldo Carvalho, Tuka Villa-Lobos e Andressa Cathy, dividem o palco com os músicos Carlos Pial, na percuteria, Felipe Barão, na guitarra e no violão, Marcinho Silva, nos teclados, Alessandra Lalucce, na flauta, e Lucas Pimentel, no baixo. Este elenco de dez artistas, de diferentes gerações e escolas, “se entrega a realização de um fazer artístico de grande valor, onde todos saem de sua zona de conforto em rumo à experimentação e ao novo, com o propósito singular de apresentar um espetáculo diferente, rico e criativo”, revela a diretora artística Tuka Villa-Lobos.

 

Fazem coro a este ao elenco de artistas e diretores, Tiago João, como técnico de som, Thiago Sabino, no registro em vídeo, Júlio Cecílio, como fotógrafo, e os comunicadores Aloísio Brandão e Rodrigo Machado. A produção executiva é de Carol Villa-Lobos e Robson Assis, que tem como assistentes Bruna Basso e Alexandre Oliveira. A realização do projeto tem as assinaturas da Villa-Lobos Produções e do Instituto Terra Utópica e o projeto conta com os apoios da Funarte Brasília, Projeto Música na Árvore e Prestacon.

  

Uma pincelada sobre a Tropicália:

O Tropicalismo foi um movimento de ruptura que sacudiu o ambiente da música popular e da cultura brasileira entre 1967 e 1968. Seus participantes formaram um grande coletivo, cujos destaques foram os cantores-compositores Caetano Veloso e Gilberto Gil, além das participações da cantora Gal Costa e do cantor-compositor Tom Zé, da banda Mutantes, Jorge Bem e do maestro Rogério Duprat. A cantora Nara Leão e os letristas José Carlos Capinan e Torquato Neto completaram o grupo, que teve também o artista gráfico, compositor e poeta Rogério Duarte como um de seus principais mentores intelectuais. A Tropicália deu um histórico passo à frente no meio musical brasileiro. Universalizou a linguagem da MPB, incorporando elementos da cultura jovem mundial como o rock, a psicodelia e a guitarra elétrica, somando elementos do folclore brasileiro e latino americano e também da música clássica. Ao unir o popular, o pop, o folclore e o clássico num experimentalismo o experimentalismo estético nunca visto antes, as ideias tropicalistas acabaram impulsionando a modernização não só da música, mas da própria cultura nacional. Com 50 anos de existência, as músicas e a estética da Tropicália ganharam o mundo, com músicas como Alegria Alegria, Domingo no Parque entre outras cantadas em diversas línguas e admiradas dentro e fora do País.

  

Ficha técnica:

Artistas: Clara Telles, Mario Noya, Tuka Villa-Lobos, Geraldo Carvalho, Andressa Cathy, Carlos Pial, Felipe Barão, Marcinho Silva e Lucas Pimentel e Alessandra Lalucce.

Direção Geral e Artística: André Trindade e Tuka Villa-Lobos

Direção Musical: Felipe Barão

Produção executiva: Carol Villa-Lobos e Robson Assis

Produção: Bruna Basso e Alexandre Oliveira

Iluminação: Manu Queiroz (Trupe do Cerrado)

Cenografia: Rodrigo Lelis (Trupe do cerrado)

Técnico de som: Tiago João

Registro em vídeo: Thiago Sabino (Estúdio Carbono)

Fotos: Júlio Cecílio

Comunicadores: Aloísio Brandão e Rodrigo Machado

Realização: Villa-Lobos produções e Instituto Terra Utópica

Apoios: Funarte, Musica na Árvore e Prestacon

 

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