Bienal Naïfs do Brasil 2018

Estão abertas as inscrições para a edição do ano de 2018 da Bienal Naïfs do Brasil Realizada pelo Sesc São Paulo desde 1992, na unidade de Piracicaba, a Bienal Naïfs do Brasil foi criada com o intuito de privilegiar a participação de artistas.

Cujas obras revelam a produção de arte ingênua, espontânea, instintiva, popular, naïf ou naïve, concebidas, em sua maioria, de forma autodidata.

Bienal Naïfs do Brasil

 

Podem participar da Bienal Naïfs artistas brasileiros ou estrangeiros radicados no Brasil há mais de três anos e maiores de 18 anos.

Os proponentes podem inscrever obras em qualquer suporte e técnica.

Em caso de obras produzidas coletivamente, a inscrição deverá ser feitam em nome de um representante.

Serão concedidos quatro Prêmios Destaque-Aquisição, no valor de R$ 5 mil, e cinco Prêmios Incentiva, no valor de R$ 2,5 mil.

Além disso, poderão ser concedidas Menções Especiais por meio de certificados.

As inscrições devem ser realizadas do dia 16 de janeiro ao dia 13 de março de 2018 por meio do preenchimento de ficha de inscrição disponibilizado em Bienal Naifs

Área de Interesse

Área de Interesse

Cultura e Artes

Locais de atuação dos projetos

Brasil

Fonte de Financiamento

Recursos próprios

Valor Total Disponível

R$ 32.500,00

Valor Limite Por Projeto

R$ 5.000,00

Participações anteriores Bienal Naïfs do Brasil  em 2016

ARMANDO QUEIROZ 1968. Belém, PA Reside em Belém, PA
Coletivo (farinha), 2007 Objeto 20 × 17 cm
Coleção Mariano Klautau
Fotografia de Armando Queiroz
Sua formação artística foi constituindo-se através de leituras, experimentações, participações em oficinas e seminários.
Expõe desde 1993 e participou de diversas mostras coletivas e individuais no Brasil e no exterior.
Integrou projetos como: “Macunaíma”, em 1997, no Rio de Janeiro, RJ e “Prima Obra”, em Brasília, DF, em 2000.
Participou do Salão Arte Pará como artista convidado, em 1998, 2005, 2006, 2007 e 2008. Na cidade de Abaetetuba, PA, em 2003, realiza sua primeira intervenção urbana no Mercado de Carne Municipal como resultado do workshop “Projetos Tridimensionais II”, promovido pelo Instituto de Artes do Pará – IAP.
Foi bolsista do mesmo Instituto de Artes em duas oportunidades: com a bolsa de pesquisa “Possibilidades do Miriti como Elemento Plástico Contemporâneo”, em 2003. E, em 2008, com a bolsa de pesquisa “Corpo toma Corpo, estudos em Videoarte – O Corpo como Intermediador entre a Vida e a Arte”.

 

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