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Contágio de conjuntivite pode aumentar no verão

Contágio de conjuntivite pode aumentar no verão

Vermelhidão, coceira, ardência, sensibilidade à luz e sensação de areia nos olhos.

Estes são alguns dos sintomas da conjuntivite.

Muito comum durante o verão, a doença é um processo inflamatório da conjuntiva (membrana transparente e vascularizada que reveste o globo ocular) e pode ser infecciosa, quando causada por vírus ou bactérias, ou não-infecciosa, ocasionada por alergia, por exemplo.

Segundo o oftalmologista do Visão Institutos Oftalmológicos Samuel Duarte o contágio na estação mais quente do ano ocorre, principalmente, nos usuários de piscinas coletivas como em clubes e hotéis e, também, em locais turísticos já que costumam ter aglomerados de pessoas frequentando o mesmo local.

O médico alerta para que as pessoas evitem frequentar locais em surtos e os conglomerados. “O melhor asseio possível diminui o risco de contaminação”, afirma.

Para diminuir o risco de contágio, o mais importante é manter os cuidados de higiene e evitar manipulação ocular desnecessária. “Se algum familiar estiver com a doença, deve-se evitar o compartilhamento de toalhas, roupas de cama e travesseiro.

É importante que, tanto o familiar doente quanto os demais domiciliares, limpem as mãos frequentemente.

Lembrar de higienizar com álcool as maçanetas das portas, torneiras das pias, corrimãos de escadas e telefones compartilhados para evitar a contaminação”, explica o oftalmologista.

As conjuntivites costumam ter um período limitado e com resolução espontânea. O tratamento geral inclui lubrificação e compressas frias. “Em alguns casos específicos o médico oftalmologista poderá prescrever remédios.

É importante salientar que a automedicação e uso indiscriminado de anti-inflamatórios pode ser prejudicial.

O colírio de corticoide quando usado nas conjuntivites virais melhoram o conforto ocular mas prolongam a doença.

Devem ser usados apenas com prescrição do oftalmologista nos casos necessários”, reforça Dr. Samuel.

O oftalmologista ressalta ainda a importância da detecção precoce e chama a atenção da população quanto à necessidade de buscar ajuda de um especialista quando há o aparecimento dos primeiros sintomas.

“O diagnóstico profissional garante a indicação do tratamento mais correto e no período exigido, além de evitar que a infecção se agrave”, conclui o médico.

Visão Institutos Oftalmológicos 

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