Escritórios de Advocacia DF, utilização de robôs para relizar o trabalho do escritório.

Julgamento de Lula na Segunda Instância

Escritórios de Advocacia DF.

Utilização de robôs para realizar o trabalho do escritório.

Escritórios de Advocacia DF. Utilização de robôs para realizar o trabalho do escritório. Robinson Neves Diretor-Presidente da Neves Filho Advocacia de Resultados abora a questão numa pequena entrevista.

 

 

Escritórios de Advocacia DF – Entrevista Robinson Neves

Robinson Neves é um prazer te entrevistar via Whatsapp. Você que é o Diretor Presidente da Neves Advocacia de Resultados, vamos falar um pouco da modernização nos escritórios de advocacia. Qual sua concepção de um escritório moderno? Lemos no Valor Econômico que escritórios usam robôs que ajudam na escolha de estratégias nos tribunais, o que você acha disto?

 

Ouvi esses dias de um europeu com profissão ligada ao ramo da informática a tendência de acabar a Advocacia.

 

Ele explicou: as demandas serão respondidas de modo reiterado da mesma forma, por se tratarem de casos iguais ou parecidos e tudo que estiver definido nos tribunais terá resposta imediata pela via da informática.

 

Não vejo saída para essa situação. Hoje, já ajuizamos ações no Brasil sem sair na cadeira. Praticamente todas as petições de processos novos sequer vamos ao fórum ou ao tribunal.

 

Os escritórios de grande porte, exatamente onde as demandas são muitas e idênticas, já estão preparando robôs para a realização das petições. Agora falta o robô que envie a petição para o tribunal.

 

Mas, ainda não consigo visualizar o robô advogado ou o robô juiz, sobre o que, em verdade, falamos aqui, em causas complexas ou sem entendimento solidificado nos tribunais.

 

De qualquer maneira, ainda penso e pratico que vamos chegar ao ponto de fazermos audiências pela via do computador. Hoje já é realidade poder fazer sustentação oral (defesa do advogado no tribunal na hora do julgamento) através de link próprio. A própria famosa audiência de custódia (o preso precisa ser ouvido pelo juiz quase imediatamente) também já é feita em alguns estados pela via de video-conferência.

 

Entendo, então, haver realmente uma condução do mundo jurídico para utilizar as ferramentas da informática e isso não tem mais volta. Não sabemos até onde tudo isso irá. Talvez as ferramentas sequer existam ainda, mas nos próximos 30 anos penso que estará tudo mudado.

 

A crítica maior é se as ferramentas da informática vão permitir ao juiz analisar as partes e seu comportamento como se faz presencialmente e é importante na formação do convencimento do julgador.

 

Acredito, até o momento, ser impossível substituir a o presença das partes em audiência e o depoimento de testemunhas perante a pessoa do juiz, apesar de não mais existir a exigência de o juiz que fez a audiência de instrução também deve fazer a sentença. Isso abriu campo para o robô.

 

Quanto à custos. O robô é fundamental? Na crise que estamos enfrentando, seria o ideal para minimizar custos de um escritório?

 

Não entendo como fundamental. Penso que realmente pode diminuir custos, mas há muitas técnicas atuais para esse fim que são muito eficazes. Importante lembrar ser o robô uma solução para grandes volumes de demandas repetitivas.

 

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Anand Rao

Editor do Cultura Alternativa

http://culturaalternativa.com.br/