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Facebook e You Tube. Ninguém me edita eu me dito.

Facebook e You Tube. Ninguém me edita eu me dito.Facebook e You Tube. Ninguém me edita eu me dito.

Facebook e You Tube. Ninguém me edita eu me dito.

Facebook e You Tube. Ninguém me edita eu me dito. Diversos criticam o Facebook, o You Tube e esquecem que estes podem ser companheiros em momentos de solidão. Sou casado com uma mulher que valoriza o racional, o orçamento, as metas e eu valorizo a filosofia, a poesia, a falta de metas. O casamento deu certo, somos felizes um com o outro.

 

Certos momentos que esculpir minha poesia no inabil e não posso ter ninguém ao lado. Ai tenho o Facebook e o You Tube.

 

Decidi neste texto apresentar os poemas que fiz no Sarau transmitido via Facebook, sem avisar, de repente com todo improviso jazzístico. Seria um a Jazz Poesia Sarau ou denominação qualquer que indique tudo feito na hora.

 

E obviamente tudo tem que ser regado a vinho. Desta vez foi vinho e pernil de cordeiro.

 

 

Facebook e You Tube – O Vinho da Noite

Esta noite de poemas recitados ao vivo teve como companheiro o vinho Ventisqueiro, Cabernet Sauvignon, Reseva Alma de Los Andes, 2015, com 13% de graduação alcoólica. Vermelho intenso com um aroma agradável de cassis e pimenta e suaves notas de madeira devido à maturação em carvalho.

 

Um vinho elegante cuja a suavidade e corpo fazem com que seja ideal a companhia de carnes vermelhas e queijos maduros.

 

Evoé baco.

 

 

Ninguém me edita eu me dito – Poemas

Eis o poemas que foram transmitidos ao vivo via Facebook, primeiro o texto, depois, a transmissão.

 

O Faro do Rato

 

O rato entre os dentes

O faro e o fato que desmente

Na luz taciturna do outono

São peles dádivas dos lábios

Dos beijos e dos queijos

Dos ratos.

 

A cidade é moderna

O tempo eterno

A vida etérea

No banquete dos mendigos.

 

O frio, o cio e a noite vestida de rio

Meus olhos navegam com balsas

Que se dizem e não são.

O Faro do RatoO rato entre os dentesO faro e o fato que desmenteNa luz taciturna do outonoSão peles dádivas dos lábiosDos beijos e dos queijosDos ratos.A cidade é modernaO tempo eternoA vida etéreaNo banquete dos mendigos.O frio, o cio e a noite vestida de rioMeus olhos navegam com balsasQue se dizem e não são.

Publicado por Anand Rao Adusumilli em Sexta, 16 de março de 2018

O Beijo dos Rios

 

Eu quero um beijo que ilumine os rios

Eu quero tuas mãos nas minhas pernas

Eu quero a noite escura a te despir

Eu quero a lua, eu quero a lua, eu quero a lua.

 

A silhueta do teu corpo

Mais azul que o azul celeste

Ou a verdade nua, não me deste

Eu quero o farol de um beijo que ilumine os rios

Quero teu cio, quero teu cio, quero teu cio.

 

E a verdade que não nos falte

E o nosso amor que nos desate

Que seja a flor a mais, plantio

De um breve pássaro, eu quero o cio.

 

A minha boca é tua, me leve

Ao Deus dará, nós somos um

E você aí agora está

Eu quero o rio, a navegar

No seio, do teu cio, eu quero o rio.

O Beijo dos RiosEu quero um beijo que ilumine os riosEu quero tuas mãos nas minhas pernasEu quero a noite escura a te despirEu quero a lua, eu quero a lua, eu quero a lua.A silhueta do teu corpoMais azul que o azul celesteOu a verdade nua, não me desteEu quero o farol de um beijo que ilumine os riosQuero teu cio, quero teu cio, quero teu cio.E a verdade que não nos falteE o nosso amor que nos desateQue seja a flor a mais, plantioDe um breve pássaro, eu quero o cio.A minha boca é tua, me leveAo Deus dará, nós somos umE você aí agora estáEu quero o rio, a navegarNo seio, do teu cio, eu quero o rio.

Publicado por Anand Rao Adusumilli em Sexta, 16 de março de 2018

De Quatro
O hiato afeito do enredo
O ocaso acaso do afeto
E você de quatro pelo quarto.
E você se deita em mim de quatro
E eu me deito assim com o olfato
Por cima embaixo você acima
Somos suor leito a suar
E um leite encanto a encantar
Paira entre dentes, paira ao luar.
Você de quatro no meu olfato
E a noite é sombra em nossos corpos
Onde a nudez veste o espaço
Que está nú para o acaso.

De QuatroO hiato afeito do enredoO ocaso acaso do afetoE você de quatro pelo quarto.E você se deita em mim de quatroE eu me deito assim com o olfatoPor cima embaixo você acimaSomos suor leito a suarE um leite encanto a encantarPaira entre dentes, paira ao luar.Você de quatro no meu olfatoE a noite é sombra em nossos corposOnde a nudez veste o espaço Que está nú para o acaso.

Publicado por Anand Rao Adusumilli em Sexta, 16 de março de 2018

Meu pai, meu grande amor
Cadê o meu pai
Que não me responde
Morreu há mais de dez anos
Onde ele se esconde?
Pai
Te amo sempre
Meu grande amor
Minha poesia eterna
Meu filosofo cantor.
Cadê meu pai que não me responde
Cadê meu grande amor.

Meu pai, meu grande amorCadê o meu paiQue não me respondeMorreu há mais de dez anosOnde ele se esconde?PaiTe amo sempreMeu grande amorMinha poesia eternaMeu filosofo cantor.Cadê meu pai que não me respondeCadê meu grande amor.

Publicado por Anand Rao Adusumilli em Sexta, 16 de março de 2018

Tarado
Tarado.

Tarado

Publicado por Anand Rao Adusumilli em Sexta, 16 de março de 2018

Anand Rao

Editor do Cultura Alternativa

http://www.culturaalternativa.com.br/

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