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Melhores livros de 2017.

De samba, futebol de várzea a heroínas negras, o ano pede espaço na estante
Manuel da Costa Pinto, Joselia Aguiar e Ketty Valêncio escolhem os lançamentos do ano
A lista, que não se limita a literatura, forma um panorama amplo que abarca títulos de autores consagrados até os menos conhecidos.
Há espaço para as grandes editoras e também para as pequenas e médias.
A seguir, as indicações e uma breve apresentação de quem as escolheu.
Manuel da Costa Pinto é jornalista, colunista do jornal Folha de S. Paulo, mestre em teoria literária e literatura comparada pela USP e foi um dos fundadores da revista Cult.

 

 

 

 

  • Uma História do Samba (Vol. 1), de Lira Neto (Companhia das Letras). Novo livro do autor de uma aclamada biografia de Getúlio Vargas é a primeira parte de uma trilogia que pretende contar a história do samba no Brasil.

 

Josélia Aguiar é jornalista cultural, historiadora e atual curadora da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Na edição atual do evento, trouxe mais diversidade para a programação ao equiparar o número de autores homens e mulheres convidados para os debates, além de dar mais destaque para a literatura produzida por escritores negros.

 

 

 

  • O Martelo, de Aledaide Ivánova (Garupa). Terceiro livro de poesia da jornalista, tradutora e fotógrafa que nasceu no Recife, Pernambuco, em 1982. Os textos tratam de machismo, estupro e da liberdade sexual feminina.

 

 

 

Ketty Valencio é bibliotecária, gestora cultural e tem uma pesquisa acadêmica sobre gênero e diversidade sexual. No começo de dezembro, Valencio abriu um espaço físico de sua Livraria Africanidades, dedicada exclusivamente à literatura feita por mulheres negras.

 

 

 

 

 

Fonte El Pais

 

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