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Mensalidade e material escolar: Como organizar as finanças

material escolarmaterial escolar

Muitas famílias se perguntam como lidar com o reajuste da mensalidade e a compra do material escolar para o próximo ano letivo dos filhos.

“Mesmo que altos, esses valores devem ser priorizados no orçamento. A família pode diminuir ou cortar outras despesas, menos importantes e muitas vezes supérfluas, para garantir a continuidade dos estudos de qualidade”, diz.

Reinaldo Domingos, do canal Dinheiro à Vista

Veja orientações para se organizar:

1- Faça um diagnóstico financeiro
É importante que a família faça um diagnóstico financeiro para saber em qual situação se encontram.

Se for deendividamento ou inadimplência, é hora de rever todos os gastos para priorizar a continuidade dos filhos na escola.

2- Reduza gastos
Com o diagnóstico financeiro em mãos, veja quais gastos pode reduzir ou eliminar para priorizar o pagamento da mensalidade escolar e a compra do material sem comprometer as finanças da família.

O diagnóstico financeiro irá gerar consciência de seu estilo de vida e padrão de consumo, para que possa mudar o comportamento e cortar gastos desnecessários.

3- Saiba o quanto irá pagar
Conheça o valor mensal exato a ser pago no próximo ano. Assim pode traçar um planejamento financeiro para 2018, considerando o valor reajustado da matrícula.

Neste planejamento, é importante considerar também as despesas intrínsecas à rotina escolar, como lanche, transporte, eventuais passeios, etc.

Em relação ao material escolar, é válido fazer pesquisas de orçamento desde já.

Envie a lista para pelo menos três estabelecimentos diferentes, negocie o pagamento e opte pelo que oferece melhores preços e condições de pagamento.

4- Não tenha medo de negociar
Se preciso, é recomendável marcar uma reunião com o diretor, explicando a situação para negociar o aumento na matrícula.

Pode ser que consiga uma bolsa, um desconto, mesmo que temporário, a isenção da matrícula ou mesmo uma condição especial para pagar as mensalidades.

Tudo para garantir um estudo de qualidade às crianças.
Considere também os diferenciais que a escola oferece para a educação de seus filhos, como por exemplo a educação financeira em sala de aula.

Este tem sido considerado o melhor caminho para que esta nova geração tenha um comportamento sustentável em relação às finanças, sendo menos endividada e inadimplente.

5- Compre com planejamento
Antes ir às compras, a família pode analisar itens do ano passado e selecionar tudo o que pode ser usado novamente este ano, como tesoura, régua e mochila, por exemplo.

Algo interessante é reunir alguns pais e comprar itens em atacado, como caixas de lápis, cadernos e agendas.

No dia das compras, converse com o(s) filho(s) sobre o orçamento, para que não corram o risco de se deixar levar pelo impulso e gastar mais do que o planejado.

Lembre-se que não é preciso comprar todos os itens na mesma loja, mas se for fazer dessa forma, peça um bom desconto.

Orientações para a compra de material escolar

Os preços de materiais escolares variam muito entre lojas, inclusive online, por isso é importante pesquisar e planejar as compras para economizar sem ter que abrir mão da qualidade nos estudos das crianças.

Para quem tem filhos, esse é um dos maiores gastos do início do ano e devido à falta de educação financeira, diversas despesas se acumulam e as famílias se perdem em meio a tantas contas para pagar, muitas vezes ultrapassando o limite de seu orçamento financeiro.

Para começar, sempre recomendo que pensem no quanto precisam trabalhar para conseguir seu salário.

A partir daí, fica fácil valorizar esse dinheiro, aprendendo a pesquisar preços e, principalmente, a negociar os valores das compras.

Então, o primeiro passo é realizar um diagnóstico da vida financeira da família, para saber exatamente quais são os ganhos e gastos mensais e quanto poderá dispor para a aquisição do material escolar.

Elaborei algumas orientações sobre o assunto, são elas: 

1- Essa despesa é recorrente, ou seja, precisa fazer parte do planejamento anual. Para que os gastos não fiquem muito pesados em janeiro, é válido poupar durante todo o ano para conseguir fazer os pagamentos à vista e obter bons descontos;

2- Antes ir às compras, a família pode analisar itens do ano passado e selecionar tudo o que pode ser usado novamente este ano, como tesoura, régua e mochila, por exemplo;

3- No caso dos livros, vale a pena procurar pais de alunos mais velhos para emprestar ou comprar por um preço mais acessível, se estiverem em boas condições de uso;

4- Algo interessante é reunir alguns pais e comprar itens em atacado, como caixas de lápis, cadernos e agendas;

5- A partir daí, é preciso fazer muitas pesquisas e traçar um orçamento para ter noção do gasto total;

6- Não é preciso necessariamente comprar todos os itens na mesma loja, mas se for fazer é válido pedir descontos;

7- No dia das compras, converse com o(s) filho(s) sobre o orçamento, para que não corram o risco de se deixar levar pelo impulso e gastar mais do que o planejado;

8- O ideal é sempre fazer os pagamentos à vista, mas se não for possível, opte por poucas parcelas que caibam no bolso, para não comprometer as finanças de 2018 por vários meses.

Volta às aulas: dar mesada pode gerar economia
O tema é polêmico, muitos pais se perguntam o porquê de dar mesada, quando começar e como estabelecer o valor.

A volta às aulas é excelente momento para começar e pode até gerar economia nas contas da família.

Ao contrário do que muitos pensam, a mesada não é um incentivo ao consumo, e sim forma de educar financeiramente as crianças.

Vou explicar melhor: a infância é a fase ideal para desenvolver comportamentos que serão levados por toda a vida, por isso é importante implantar a mesada quando notar que a criança está pedindo dinheiro com frequência e já mostra ter seus primeiros hábitos de consumo.

Normalmente, crianças e jovens consomem durante a rotina escolar, com gastos com alimentação, por exemplo.

Sendo orientadas para usar o dinheiro de forma sustentável e poupar parte dele para realizar seus sonhos no futuro, as crianças se tornam menos consumistas e mais conscientes. Os reflexos são notados em casa.

Algo que percebo é que muitos pais acreditam que não dão mesada, mas dão pequenas quantias constantemente aos filhos, de forma não sistematizada.

Afinal, é comum que as crianças peçam dinheiro para fazer pequenas compras, como de guloseimas e brinquedos, e isso caracteriza a mesada voluntária.

 

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