Mesada escolar – Como o cartão pré-pago pode contribuir na educação financeira

educação financeira, crianças e jovens

Mesada: Como o cartão pré-pago pode contribuir na educação financeira

A mesada inserida em cartão também incentiva crianças e jovens a entenderem melhor os próprios gastos

 

Estudantes prontos para voltarem às aulas, junto com isso, as tentações da cantina, as saídas com os colegas de classe e a preocupação recorrente de como ensinar as crianças e jovens a serem responsáveis na hora de utilizarem a mesada ou o dinheiro que, às vezes ou de forma corriqueira, recebem.

☑ Educação no Brasil, educação à distância.

Nessa hora surge a dúvida de como oferecer o dinheiro e ao mesmo tempo fazer com que os jovens estudantes tenham consciência de onde e qual o montante que estão gastando.

O cartão pré-pago que, segundo dados da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), segue crescendo no mercado e deu um salto de 63%, referente ao primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado, surge como amigo dos pais nesta batalha pela boa educação financeira.

Nesse caminho ha varias empresas no seguimento,  a BPP, empresa especializada em meios de pagamentos, que possui pré-pagos voltados para mesada.

 

De acordo com o presidente, Alexandre Ferrari, nos últimos 5 anos, a instituição já comercializou cerca de 50 mil cartões mesada nos seus diversos modelos, mas com um único fim, manter o controle nas mãos dos adultos e permitir um aprendizado por parte dos pequenos que ganham seu primeiro cartão para cuidar.

Em média, segundo Ferrari, a movimentação mensal em um cartão com essa finalidade é por volta de R$ 200,00 reais.

 

Toda a verificação e inserção de valores é feita por meio de aplicativo móvel ou no site .

 

É possível checar onde foi utilizado, em que foi gasto e até reservar uma parte numa espécie de porquinho virtual.

É importante ressaltar que sendo um pré-pago, o destaque vai para o controle financeiro, já que com ele não se é permitido fazer dívidas pois só é possível gastar o que se tem de saldo.