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Terça, 14 Novembro 2017 15:26

“Guinu” apresenta sonoridade jazz, pop e brasileira do pianista Pedro Guinu

Groove envolvente, com forte influência do soul, do jazz, da MPB e do pop.

Essa é a base do som de Pedro Guinu, pianista, cantor e compositor, que lança o seu visceral disco de estreia, reunindo uma vida de experiência.

“Guinu” foi feito ao vivo, como as gravações setentistas que inspiraram o disco, e já está disponível nos principais serviços de música.

 

Confira o faixa-a-faixa abaixo

 

O álbum foi gravado em uma sessão de 12 horas, no dia 9 de setembro de 2017, no estúdio Fibra (Rio de Janeiro), com músicos selecionados a dedo por Pedro e a participação especial de Donatinho. Para manter o clima quente e surpreendente para os músicos, foram feitos apenas dois ensaios antes da sessão. O frescor das músicas a sensação de descoberta pode ser sentida em cada uma das faixas.

 

“Quero Ver” abre o disco em clima soul e pop. A letra foi imaginada após o compositor se espelhar na história de uma moça desconhecida de olhar triste. Já “A Noite Melhora” mostra o groove das composições de Guinu. A canção foi a única a ser revelada antes do lançamento do disco, com um vídeo em estúdio.

Em “Calado”, a terceira música, Pedro Guinu retoma uma canção de 2011, inspirada por um relacionamento do próprio artista. “Boca de Sino” mescla as teclas do Clavinet e os sons sintéticos do Moog para criar uma vibração black music setentista. Para “Salgueiro”, Guinu recebe o convidado especial Donatinho, como instrumentista, cantor e também produtor. A música dançante remete ao último trabalho de Donatinho, “Sintetizamor”, em que divide o piano e vocais com o pai, João Donato. 

O freejazz toma conta de “Cheiro de Lira”, também uma das primeiras canções compostas para o disco. O arranjo traz ainda uma levada de ijexá, entregando a brasilidade de “Guinu”. “Dez Para as Quatro” traz a nostalgia durante a madrugada, com os metais dividindo espaço com o teclado 80s. Por fim, “Sonho de Valsa” vem do trabalho de Pedro ao lado do quarteto instrumental Massimbaque. Esse talvez seja o momento mais ambicioso do disco, passando por diversas texturas e dando oportunidades à banda de brilhar com solos de bateria, baixo e guitarra. O tema traduz o clima descontraído e sem amarras dos músicos em estúdio.

Com oito músicas, “Guinu” traz momentos de soulfunk, faixas românticas para cantar junto e temas instrumentais para viajar ouvindo. O trabalho tem assinatura de Pedro Guinu nas composições, voz, teclados, piano e sintetizador, com participação dos músicos Danilo Guinu (bateria), Filipe Moreno (baixo), Giuliano Fernandes (guitarra), Breno Hirata (saxofones e flauta) e João Machala (trombone). A capa é do artista gráfico e designer uruguaio Eduardo Sganga. 

 

Ouça “Guinu”:

 

Spotify: http://spoti.fi/2y8JkfK

Deezer: http://bit.ly/GuinuDeezer

iTunes: http://apple.co/2AmR1Av

You Tube: https://youtu.be/D2HFcmxikJE

 

Conheça Pedro Guinu

Mineiro de Teófilo Otoni radicado no Rio, Pedro se dá o salto mais alto de seus 35 anos de vida. Após 20 anos de paixão e carreira musical internacional, o artista debuta com um trabalho solo onde poderá mostrar a abrangência de seu talento e todas as lições aprendidas na estrada.

Ele cresceu em um ambiente musical e foi muito influenciado por seus tios, que eram músicos profissionais, a tocar piano. Na adolescência, Pedro já se apresentada nos bares da cidade do Vale do Mucuri. Em 2002, se mudou para Belo Horizonte para estudar Comunicação e foi onde ele apaixonou pelo jazz e pela música instrumental. Foi uma época muito rica, quando participou de trios de jazz, bandas de baile e começou a ganhar rodagem como cantor e pianista.

Mas tudo mudou desde 2012. Foi quando Pedro Guinu fez sua primeira passagem pelos Estados Unidos para estudar a língua, o jazz e o blues direto em sua raiz, o Mississippi. Lá, junto do guitarrista Josh Gray, criou o grupo Electro Samba Groove e excursionou pela rica cena musical da região.

No ano seguinte, com ânimo redobrado, o artista se mudou para o Rio para estudar piano na Escola de Música Villa Lobos. No Cidade Maravilhosa, trabalhou em diversos segmentos e sonoridades, se apresentando ao lado tanto de Wanderley Cardoso quanto do grupo de afrobeat Zé Bigode, por exemplo.

 

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