A Pequena Vendedora de Fósforos

Do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen
Um dos mais belos dos contos de Natal.
A história acontece no Natal e ainda que tenha um final triste, podemos extrair uma moral dessa história.
Trata-se de uma lição de compaixão a respeito daquelas pessoas que tem menos sorte que a gente.

 

Hans Christian Andersen

Andersen nasceu em 2 de abril de 1805, na cidade de Odense, Dinamarca, e faleceu a 4 de agosto de 1875, em Copenhague.

A infância pobre lhe deu a chance de conhecer os contrastes de sua sociedade, o que influenciou bastante as histórias infantis e adultas que viria a escrever. Aos 11 anos, precisou abandonar a escola, por razões de sobrevivência, mas já demonstrava aptidão para o teatro e a literatura.

Aos 14 anos, Andersen foi para Copenhague, onde conheceu o diretor do Teatro Real, Jonas Collin. Andersen trabalhou como ator e bailarino, além de escrever algumas peças. Em 1828, entrou na Universidade de Copenhague e já publicava diversos livros, mas só alcançou o reconhecimento internacional em 1835, quando lançou o romance “O Improvisador”.

Apesar de ter escrito romances adultos, livros de poesia e relatos de viagens, foram os contos infantis que o tornaram famoso.

Em suas histórias Andersen buscava sempre passar padrões de comportamento que deveriam ser adotados pela sociedade, mostrando inclusive os confrontos entre poderosos e desprotegidos, fortes e fracos. Ele buscava demonstrar que todos os homens deveriam ter direitos iguais.

Entre 1835 e 1842, Andersen lançou seis volumes de “Contos” para crianças. E continuou escrevendo contos infantis até 1872, chegando à marca de 156 histórias

Graças à sua contribuição para a literatura para a infância e adolescência, a data de seu nascimento, 2 de abril, é hoje o Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil.

Além disso, o mais importante prêmio internacional do gênero leva seu nome.

Um belo conto de Natal para embalar esta noite de 25 de dezembro.

 

Agnes Adusumilli

Cultura Alternativa