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Semana de Arte Moderna de 22 faz mais um aniversário

Semana de Arte Moderna

A Semana de 22 foi um grande marco na nossa cultura.

Para comemorar mais um aniversário da Semana de Arte Moderna, que ocorreu em fevereiro de 1922, livros infantis que abordam vida e obra de artistas da época.

Ela representa uma ruptura nos nossos padrões culturais e a busca por uma linguagem nacional.

 

No livro “Mário que não é de Andrade” traz um encontro fictício entre um garoto de 10 anos e o poeta, “Anita Malfatti” retrata a infância da pintora.

O MÁRIO QUE NÃO É DE ANDRADE

A mãe de Mário, 10, está prestes a concluir uma tese sobre outro Mário, o de Andrade (1893-1945), mas o garoto não sabe muito bem o que isso significa.

Na volta de um passeio, no entanto, os dois param para conhecer a casa onde o poeta viveu em São Paulo e o menino leva um susto ao encontrar um bebê, num quarto, vestido com roupas antigas.

A curiosidade faz ele iniciar um curso de férias no local e, nos encontros, ele vê sempre um Mário mais crescido.

Sua mãe, especialista no assunto, é quem tira as dúvidas do garoto sobre o artista, a Semana de Arte Moderna de 1922 e amigos e familiares do autor de “Macunaíma”, como Anita Malfatti.

Cartas, romances, poemas e outros textos de Andrade são usados para contar essa história, ilustrada por Spacca.

 

 Semana de Arte Moderna 

EMILIANO DI CAVALCANTI

O pintor, desenhista e ilustrador Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo nasceu em 1897 no Rio de Janeiro, mas foi em São Paulo que conheceu Mário e Oswald de Andrade, Anita Malfatti, Victor Brecheret e com eles idealizou a Semana Moderna de 1922.

 

Seus quadros abordam temas tipicamente brasileiros, como os trabalhadores, as mulatas, o carnaval e o samba. Aos 17 anos, suas caricaturas foram publicadas na revista Fon-Fon.

 

Em 1923, ele parte para Paris onde conhece Pablo Picasso e Henri Matisse. Sua obra “Cinco Moças de Guaratinguetá” integra o acervo do Masp (Museu de Arte de São Paulo).

 

Esse livro faz parte da coleção Mestres das Artes no Brasil da editora Moderna, que também tem edições sobre Burle Marx, Alberto da Veiga Guignard e outros.

 

TUHU, O MENINO VILLA-LOBOS

O livro que surgiu como espetáculo teatral homônimo, não segue à risca os critérios de uma biografia.

 

Isso porque na obra de Karen Acioly sobre o maestro Heitor Villa-Lobos (1887-1959), fatos reais misturam-se a fantasias.

 

Villa-Lobos, apelidado de Tuhu quando pequeno, teve seus primeiros contatos com as notas em casa: seu pai era músico amador.

 

Mais tarde, aventurou-se em viagens pelo Brasil e conheceu diferentes gêneros do folclore musical brasileiro -que se tornaram marcantes em sua obra.

 

Na Semana da Arte Moderna de 1922, foi ativo: apresentou uma série de três espetáculos. É o fundador da Academia Brasileira de Música.

 

 O livro da editora Rocco traz ainda cronologia e fotografias da vida do autor da série “Bachianas Brasileiras”. Villa-Lobos nasceu em morreu no Rio de Janeiro.

ANITA MALFATTI

Com ilustrações de Angelo Bonito, o livro de Carla Caruso passeia pela infância de Anita Malfatti (1889-1964).

 

Os leitores descobrem, por exemplo, que ela tinha um problema na mão direita e aos 7 anos tinha aulas para aprender a escrever e desenhar com a mão esquerda.

 

Anita nasceu em São Paulo. Estudou na Alemanha e nos Estados Unidos. Em 1917, de volta ao Brasil, realizou a “Exposição de Pintura Moderna Anita Malfatti”.

 

Ao lado de Tarsila do Amaral, Menotti Del Picchia, Oswald de Andrade e Mário de Andrade, ela formou o chamado de “Grupo dos 5”, responsável pelas referências ideológicas e artísticas da Semana de 1922.

 

A autora de “A Boba” e “A Estudante Russa” também participou da primeira Bienal de Artes de São Paulo, em 1951.

 

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