Treinamento Funcional em Brasília – Perdi o medo, tô na GAFF

Treinamento Funcional em Brasília – Perdi o medo, tô na GAFF

Treinamento Funcional em Brasília – Perdi o medo, tô na GAFF. Tinha medo de ficar com o pé descalço no tatame, por sinal tinha tatames mal utilizados em casa, agora, pós inicio do treinamento na GAFF, estão bem utilizados.

 

Eu tenho muito peso, sou diabético, 1,95 mts, pé com muita curvatura, problemas na lombar, bico de papagaio, diabetes, históricos de dois cânceres resolvidos e afastados, graças a deus, mais de 55 anos.

 

Observei que D. Agnes Adusumilli, Editora do Cultura Alternativa, emagreceu, ficou linda, melhorou em tudo e tudo mesmo, ela que é minha esposa além de jornalista. Ai fiquei com uma pulga atrás da orelha, e comecei a correr atrás, tenho que ser mágico com ela, tenho que melhorar em tudo e quero muito, muito mais.

 

Treinamento Funcional em Brasília – O começo

Deu vontade de fazer a GAFF, mas, sob o comando de alguém que jogou na seleção brasileira de vôlei, fez algumas cirurgias, e sabe muito sobre o comportamento do corpo e suas nuances, suas dores e intempéries. Também tenho aderência, pós cirurgia para retirada da vesícula.

 

Combinei com ele, mestre Rafic Haddad Júnior. Corajoso eu, todos dizem que ele puxa muito. A  Agnes é a primeira a dizer que treinamento com ele é intenso.

 

A Agnes por sinal é fã da Raiane, sócia do Rafic, treinadora ou professora, não sei como chamam lá quem dá aula. Ela me cumprimentou como se fosse um general do exército, quase arrancou meu braço (risos). Mas, parece que lá no fundo ela tem a docilidade e a magia da mulher brasileira. Lembro-me agora da mensagem de um blog assinado por Agnes Adusumilli que tinha uma frase de abertura quem a descobre resplandece na sua magia. Pensei então, quem conhece Raiane resplandece na sua magia.

 

Comecei as aulas. Fui à primeira e vou relatar as diversas que fizer para que você leitor sinta sobre minhas melhorias corporais ou piora, vamos ver o que vai acontecer na GAFF. O treinamento funcional tem pouquíssimos aparelhos, mas, todos têm sua função. Você treina descalço para valorizar algo. Vou indagar o porque disso na próxima aula.

 

Lembro que na Índia, país do meu pai, você tem que tirar o sapato ao entrar em casa, senão leva sujeira da rua, energia negativa, para dentro da casa. Senti meu pai presente quando pisei descalço no tatame. E meu pai (in memorian) sempre foi meu maior amigo. Pai, um beijo, estou malhando descalço, buscando energias.

 

Treinamento Funcional em Brasília – Recepção

Na recepção, no primeiro dia que fui, tinha uma moça de óculos simpática, não lembro o nome. Tinham dito que ela era meio séria. Não achei. Me tratou muito bem, foi mágica, atenciosa, e creio, representeou bem a empresa. É bem verdade que é tímida, silenciosa, mas, é cortês.

 

Por sinal, quem senta ali na recepção, tem que saber que a imagem da empresa está em suas mãos. A primeira imagem é a que fica, a forma como recepciona, a explicação que dá sobre a empresa, é um lugar super importante na empresa, se não, o mais importante.

 

Treinamento Funcional em Brasília – Os aparelhos

Os aparelhos são poucos, como já dito nesta matéria, mas, são funcionais, atendem plenamente à necessidade do treinamento. Agora notei que a pessoa que dá o treinamento, o professor, tem que saber muito, se não ele pode ferir o corpo da pessoa, conhecimento ali é tudo. Em academias normais dá para enrolar, ali não.

 

Creio que são 06 no máximo, treinandos, encima do tatame. Isso é legal, praticamente é um treinamento personalizado. No dia que houver muitos, revelarei aqui em respeito aos leitores, mas, seis é o ideal e é importante que a mentalidade capitalista não tome conta dos proprietários desta empresa, se não a concepção de treinamento funcional, e principalmente, de personalização vai por água abaixo.

 

Treinamento Funcional em Brasília – O Tatame

Segundo Rafic, em Whatsapp enviado para mim, tem 02 cm. Você que tem o corpo normal, vai se sentir muito bem. Eu com meu corpo obeso, me senti. Vale a pena. Quando saio de lá pareço estar nas nuvens de alguma forma. Há uma magia em tirar o sapato, o tênis, você areja o pé. Há uma conexão ímpar que não sei como explicar.

 

Paro por aqui. No próximo texto falarei da música, e do sub-solo, se me convidarem a conhecer, como também, vou falar mais dos exercícios que tenho feito na aula.

 

Anand Rao

Editor do Cultura Alternativa

http://culturaalternativa.com.br/

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