Você sabe o que é necessário saber para viajar e levar seu drone?

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Você sabe o que é necessário saber para viajar e levar seu drone?

 

DJI lista cinco dicas para ajudar os viajantes a voar conforme a legislação vigente, manter a segurança e evitar imprevistos

Perfeitos para capturar ângulos inusitados das paisagens e registrar diversas aventuras, os drones já se tornaram essenciais na bagagem dos viajantes.

Contudo, é necessário estar atento à algumas regras e cuidados com o equipamento ao planejar a viagem.

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Abaixo  cinco dicas para evitar impasses que possam atrapalhar as férias:

 

1. Proteja seu drone – Escolha uma mala segura, para evitar avarias ao seu equipamento antes mesmo de chegar ao destino.

 

O uso do case próprio para o drone é ideal, por isso procure algo leve e que tenha divisórias ajustáveis para o transporte dos acessórios. Se sua viagem for de avião, tenha em mente um tamanho em que dê para levá-lo como bagagem de mão.

 

O Mavic Air e o Spark da DJI possuem case próprio resistentes, possuem compartimentos para cada peça do drone e cabem nos compartimentos dos aviões, já o Mavic Pro acompanha uma mochila de ombro para carregar o drone.

 

Além disso, são perfeitos também para o bagageiro do carro, abrigando as peças sensíveis do produto.

 

2. Conheça as leis do país de destino e respeite as regras de segurança – Cada país possui leis próprias e é de extrema importância que se verifique as regulamentações do local antes de colocar seu drone para voar.

 

Quebrar essas regras pode implicar em diversos problemas como ter o drone apreendido e ter multas aplicadas.

 

No Egito, por exemplo, é necessário a permissão do Ministério da Defesa e no Vaticano é terminantemente proibido. Por isso, a DJI possui o No Fly Zones, que mapeia áreas onde o voo não é permitido por questões de segurança.

 

No site é possível fazer uma rápida busca para saber onde pode e onde não pode colocar o drone para voar.

 

3. Esteja atento as áreas – Drones não devem ser pilotados em locais que possuem campo eletromagnético forte, como torres de alta tensão e antenas de transmissão, pois pode haver interferência no sistema. Voos sobre refinarias, depósitos de combustível, penitenciárias, aeroportos, plataformas de exploração de petróleo e áreas militares também são proibidos, ao menos que haja autorização prévia para operações comerciais.

 

A DJI é o primeiro fabricante a incorporar sistemas baseados em GPS (Geofencing), que ajudam a evitar que os usuários voem nas proximidades dos aeroportos ou outras “No-Fly Zones”.

 

É importante lembrar que não se pode sobrevoar pessoas, nem em áreas densamente povoadas, ficar longe de aeroportos e helipontos, não perturbar a vida selvagem, não voar acima de 120m, manter o drone sempre em linha de visão

 

4. Domine seu drone – Você está preparado para colocar seu drone no ar?

 

Os drones contam com dezenas de recursos de segurança, como a limitação automática de altitude, para evitar que os drones voam muito alto; avisos de voz; limitações de velocidade exibidas na tela “informações de consciência situacional sobre altitude, distância e velocidade de voo” e mapa que mostra a localização do drone durante o vôo.

 

Como qualquer outro equipamento, o drone é um veículo seguro se utilizado de maneira responsável.

 

Por exemplo, o Mavic Air possui o o FlighAutonomy 2.0 processa dados de sete câmeras de bordo e sensores infravermelhos para construir um mapa 3D do ambiente e planejar automaticamente o voo mais preciso e seguro possível.

 

O recurso é capaz de detectar obstáculos com até 20 metros de distância e desviar de qualquer empecilho no caminho, com auxílio do Sistema Avançado de Assistência ao Piloto.

 

5. Verifique as condições climáticas – Em locais com muito sol, por conta da alta luminosidade, o desempenho do seu drone pode ser prejudicado por falta de filtros na câmera.

 

Ou até mesmo em locais frios, o equipamento pode não ter a mesma performance por conta das baterias que podem ser prejudicadas pelas baixas temperaturas. A chuva e o vento podem facilmente causar acidentes ou até mesmo o Fly Away – ou seja, quando o equipamento vai embora ignorando os comandos do piloto.

 

A resistência de um drone ao vento é resultado de um conjunto de fatores, como tamanho das hélices, giro do motor e peso. Um drone como o Mavic Air, por exemplo, não deve voar com ventos acima de 38km/h.

 

Por isso, esteja atento aos limites do seu equipamento.

 

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