A importância que as relações pessoais tem no nosso cotidiano

A importância que as relações pessoais tem no nosso cotidiano

Hoje refletiremos sobre a importância que as relações pessoais tem no nosso cotidiano e como elas influenciam na vida do outro, já que somos seres comunicativos cabe a nós entendermos como nossas ações podem se tonar negativas ou positivas para os outros.


Será que estamos sendo humanos com o nosso próximo ou estamos apenas existindo para nós mesmos?


Somos como um quebra-cabeça gigantesco, nos dividimos em diferentes peças que juntas formam uma sociedade e não podemos monta-lo sem possuir todas as partes.

Estamos deixando pedaços em branco ao excluir aqueles que não são vistos com bons olhos.

Tão tolos fomos jogados em caixas e rotulados nos impedindo de vivermos tranquilos com o nosso ser.

Os padrões adoram nos perseguir e destruir a naturalidade de sermos quem somos para nos adequar as exigências de que os outros gostariam que fôssemos.

A comodidade de sentir-se seguro e pertencer a algum grupo social é algo que todos ansiamos , tão desesperador 

que vamos contra os nossos princípios buscando atender as expectativas dos jurados que nos cercam mundo a fora.

Mas tão rígidas são as exigências que a maioria não consegue atender aos padrões impostos tornando pessoas frustradas consigo e isoladas na multidão.

As diferentes culturas e ideologias são as mais belas riquezas que uma nação pode ter e ainda assim não enxergamos os valores infiltrados nelas. Afinal como as relações se tornaram tão tóxicas entre as pessoas?

A importância que as relações pessoais tem no nosso cotidiano

Deveríamos ser os autores da nossa história. Mas pense em como se sente um escritor que dedica todo o amor e

talento em uma obra, e quando a publica recebe uma onda de críticas devastadoras sobre si? Certamente a sua autoconfiança se esgotará aos poucos .

Claro é muito difícil que de um momento para o outro deixemos para traz os nossos conceitos adquiridos, muitas vezes em ambiente familiar e então desenvolver a empatia com o outro.

A primeira impressão é inevitável mas a segunda pode ser corrigida.

A arte de tolerar é a saída para quem não se sente capaz de mudar seus fundamentos.

Meu respeito fará com o que é diferente de mim se sinta bem, e não me transformará naquilo que abomino.

Quando quebro meu orgulho e ouço o ponto de vista do outro  colaboro com a minha formação e me permito evoluir.

As diferenças não devem se tornar motivo de afastamento, somos o colorido que em conjunto pode pintar o céu com um exuberante arco-íris.

Uma obra de arte que não se pinta sem o trabalho de todos os materiais em conjunto. As várias formas de se pensar e viver  são o caminho para novas descobertas e melhorias para todos nós!

Chega de negativar aquilo que não se conhece, o bom senso nos ensina que antes de julgar é preciso ter conhecimento do que estamos tratando.

Como dizia Raul Seixas ‘’ a vida é muito curta para ter aquela velha opinião formada sobre tudo’’. As crenças tóxicas devem ser enterradas junto ao passado, e a mudança deve ser constante.

Juntemos o útil(o respeito) com o agradável (a empatia) e então comecemos a estabelecer uma harmonia nas relações que temos com as pessoas.

Texto Enviado por colaboração - Naomi Hartmann