Adilson Cordeiro Didi

Adilson Cordeiro

Adilson Cordeiro Didi – Por Vera Lúcia Bezerra

 

 Natural de Minas Gerais

“Menzionati straordinari” – XVII Premio Mondiale de Poesia Nosside/2011 – Itália (www.nosside.org). Poesia “Reza” (Livro Meu Rastro) – musicalização/Compositora Simone Guimarães. 

Livros: 

01 – Meu Rastro

Poemas “Com estilo peculiar, tão próprio, o autor, a seu modo, de alguma forma re-ensina a descobrir nas palavras simples e despojadas, com alguns poemas recheados de aprazível frescor juvenil, um universo de significados, porque carregadas de sentimentos e espontaneidade” (Prefácio, de Francisco Machado). 

02 – Algo tão doce – Poesias infantis para colorir 

“O Livro é de vocabulário simples, rima fácil, traduzindo sentimentos ingênuos da criança,retratando seus sonhos, alegrias, medos, ansiedades, etc. Possibilita à iniciação no mundo mágico da literatura, na introdução do conhecimento da poesia tão escassa atualmente” (Dra. Jataçara Belêsa – Psicóloga). Principais participações: 1 – Coletânea Candanga/ACLAP –Ceilândia-DF/2008 – Poesia: ”É doce morrer no mar” (A Dorival Caymmi). 2- Brasília 50 anos – SESI/Rede Globo-2010 – Poesia: “Brasília Cinquentinha”.

3 – Antologia Mundial – Nosside/2011 – Poesia: “Vertentes do Idioma”. 

4 – Dicionário de Escritores de Brasília/Napoleão Valadares/3ª Edição. Brasília (DF) – Janeiro/2014.

Premio Mondiale di Poesia NOSSIDE – Pagina principalewww.nosside.org

Poesia: 

p O e T a

Você Poeta,

Renova a nova

Nos versos e prosa

Cantando dor e amor!

  

Poeta é um carinhoso

Vigia, é guia dadivoso

Para o solo dos amantes

Com seus gritos incessantes!

Mas Poeta também não tem paz

É coisa de outro mundo, capaz

Noite vira dia, claro, penumbra

Muda o rio, a mar, o cais, refaz!

Poeta ainda é gozador

Folha seca vira flor

Profissional, amador

Dólar fica sem valor!

Poeta, um infeliz

É inquieto na raiz

Quer mudar o matiz

´Inda pergunta o que eu fiz?

Poetinha, seu safado

Fale sério, pegue o arado

Vá trabalhar ligeiro, oriundo

Deixa de ser vagabundo!

Este poeta está só caçoando

Vivo sorrindo e cantando

Na chuva, no vento e no céu

Faço banquete de pastel!

Mas, Poeta, cachorrinho

De mansinho, se você um dia morrer

O mundo vai desacontecer

Porque ele não é mundo sem você!

Contatos:

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