A partir de Santiago, conheça o melhor do Chile

Chile a partir de Santiago - Cultura Alternativa

Chile a partir de Santiago

Muitos países já não exigem o comprovante de vacinação ou pedem o resultado negativo para a Covid aos turistas.

O Chile, por exemplo, só pede o preenchimento da Declaração Juramentada para Viajantes, onde os turistas devem colocar seus dados e outras informações.

O país, no entanto, tem as suas leis e regulamentos contra a Covid, e uma das normas diz que há testes aleatórios nos viajantes que chegam do exterior.

Chile a partir de Santiago

Muitos brasileiros estiveram no país andino, que tem como principal característica uma impressionante e bela mistura de cenários e atrações, como bem descreveu o poeta chileno Pablo Neruda: “Oh Chile, larga pétala, de mar e vinho e neve”.

Seja para conhecer as majestosas geleiras milenares da Patagônia, ao sul, ou o Atacama, o deserto mais árido do planeta, no outro extremo – dois destinos que alucinam os brasucas –, quem chega ao Chile sempre passa por sua capital, Santiago.

E é uma excelente ideia aproveitar o pit stop para ficar uns dias na cidade. Afinal, ela mescla charme histórico com uma modernidade única entre os países latinos, além de contar com uma vizinhança espetacular, onde se alternam vinícolas, estações de esqui, uma cidade tombada como Patrimônio da Humanidade (Valparaíso), cassinos e praias.

Para quem decide explorar os encantos santiaguinos, o vibrante bairro de Providência desponta como ótima opção para hospedagem.

Chile a partir de Santiago

Se bem que o roteiro tradicional em Santiago começa na Plaza de Armas, no coração da cidade e que, cercada por construções como a imponente catedral, o edifício dos Correios e o Museu Histórico Nacional, conta parte da história local.

A praça desemboca no Paseo Ahumada, calçadão que conjuga uma sucessão de lojas e endereços históricos, entre eles o Palácio de la Moneda, sede do governo chileno, cujo interior é visitado gratuitamente e onde se pode acompanhar a troca de guarda, realizada há mais de 150 anos.

Uma parada literalmente saborosa também rola naquelas bandas, no icônico Mercado Central, cujos cardápios convidam a conhecer peixes e frutos do mar típicos das águas gélidas do Pacífico, como locos, machas e, claro, a celebrada centolla, uma espécie de caranguejo gigante.

Paladares menos afeitos a experimentações não estão desguarnecidos: o mercado tem restaurantes que servem carnes e as tradicionais empanadas.

Para abastecer o lado cultural, vale visitar La Chascona, uma das casas do poeta Pablo Neruda (1904-1973) e espaço dedicado a celebrar sua vida e obra; o Centro Gabriela Mistral, onde rolam diversas atividades culturais; o Museu de Belas Artes; e o bairro de Lastarria, que reúne museus, cinemas e teatros, além de lojas e galerias.

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