Crônicas de Anand Rao – Cuide do nosso jardim

Crônicas de Anand Rao - Cuide do nosso jardim

Crônicas de Anand Rao – Cuide do nosso jardim

Um ramo de uma suculenta se perdeu no jardim da minha alma.

Minha alma, é meu escritório, regado de decoração viva. 

Todos os dias, a mutação dos meus sentimentos reverte-se em mudança na decoração das prateleiras.

Meu jardim tem você como musa e cuidadora, e também, como amor infinito.

Finita é a minha virtude e conhecimento para cuidar do jardim.

Posso me esforçar, mas, nunca os conhecimentos vou chegar ao que você conhece.

As plantas pousaram em nosso coração juntas e têm que ser regadas por nós, por você, pelo amor:

O jardim

O jardim tem a função de colocar vida neste espaço, que não é sideral, é real. 

A dúvida é, o jardim precisa ou não de luz, foge ou não da luz, precisa de calor, foge do frio, precisa de amor, foge da solidão, sem a mão da sua cuidadora sobreviverá?

São muitas as dúvidas, você precisa dele cuidar.

Você plantou as mudas e eu fiquei mudo de tão apaixonado pela sua sensibilidade.

Crônicas de Anand Rao – Cuide do nosso jardim

O escritório 

É o rio dos meus sonhos.

Um rio que ainda não conseguiu regar as raízes do jardim.

Uma mar que me tem em todos os momentos.

Embarcado em seco ou em jangadas que trafegam o habitat da sensibilidade.

Navego aqui, com meus sentimentos, a solidão lunar e a obviedade de Messias.

Somos todos iguais todas as noites. 

E o jardim precisa ser podado, plantado, revigorado com a água que mata a sede da secura.

Que esta pandemia está a gerar, que Brasília está por passar.

Crônicas de Anand Rao – Cuide do nosso jardim

A vista da natureza

No canto direito da janela, sem impedir a vista do desfile da passarela.

Encantando e limpando o ar de impurezas.

Dentro do tom do verde das árvores bem fincadas da quadra.

Que me revelam os dons da rua e da realidade em ilusão.

Crônicas de Anand Rao – Cuide do nosso jardim

Regar sempre o jardim

Precisamos de ti sempre por aqui a regar o jardim.

E ao regar diariamente, estamos a nos cativar, em amor presente e ausente.

Pois, pulso todo dia por aqui e pulsas quando vens cá regar.

Estamos no cio da palavra amor, estamos no vício da palavra criar.

E seguimos assim, regando-nos sempre a nos regar.

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Anand Rao

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