De pólen a queimadas: os fatores que mais provocam doenças respiratórias em crianças

Doenças respiratórias em crianças

Doenças respiratórias em crianças

As doenças respiratórias atingem as pessoas em qualquer idade. Algumas, entretanto, afetam mais as crianças.

Denominam-se doenças respiratórias aquelas que atacam as vias aéreas superiores e inferiores. Como ocorre com outras doenças, variam entre aguda e crônica.

Em geral, as doenças respiratórias apresentam quadros de grande desconforto, com exceção da asma que, além disso, pode trazer complicações mais sérias.

Embora verifique-se no inverno o período de maior ocorrência, elas surgem, na verdade, em qualquer época do ano. Na primavera, por exemplo, por conta de fenômenos como a polinização, há uma dose extra de elementos alérgenos dispersos pelo ar, que acabam desencadeando as crises.

Normalmente, doenças respiratórias são desencadeadas por agentes alérgenos provenientes do ambiente. Além do pólen, muitas outras partículas encontram-se suspensas no ar, como os efeitos da poluição, a qual se somaram nestes últimos anos os efeitos da fumaça, frutos de queimadas da Amazônia.

Essa fumaça causa efeitos principalmente em crianças abaixo de 5 anos, e representa um acréscimo de cerca de 25% em internações por problemas respiratórios na Amazônia, segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Socioambiental (ISA).

Doenças respiratórias em crianças

Outros fatores também contribuem para as doenças respiratórias, como é o caso de ambientes fechados e ainda aglomerações. Além do mais, os grandes agrupamentos de pessoas agora têm contra elas a questão do Coronavírus, tendo em vista que intensificam o seu contágio.

A umidade relativa do ar elevada, acima dos 60%, é a responsável pela proliferação de microrganismos, como ácaros, bactérias e fungos que dão origem ao bolor e mofo, além de ter um alto poder de destruição sobre todo material orgânico.

A asma, dentre todas as doenças respiratórias, pode ser considerada a mais temível pelos danos que pode causar. Atinge pessoas em todas as idades, mas, principalmente, crianças.

Doenças respiratórias em crianças

Caracteriza-se pela inflamação dos brônquios, estruturas por onde passa o ar. Conforme a inflamação evolui, a secreção vai impedindo a passagem do ar. Além do chiado no peito, a asma costuma produzir muita tosse. Por alguns sintomas semelhantes a outras doenças respiratórias, algumas vezes pode haver confusão.

Por isso, é importante consultar um médico para se obter o diagnóstico correto sobre a doença, visto que ela pode levar a quadros mais graves. O ideal é que o profissional a ser consultado seja um otorrinolaringologista ou um médico alergista para uma maior precisão.

A asma, em si, não tem cura, mas os seus portadores jamais devem abandonar os tratamentos, sob pena de complicações futuras. É uma doença que causa alto impacto em crianças e jovens, e deve ser percebida como questão de Saúde Pública.

Outra doença respiratória muito comum na infância e adolescência é a rinite, na maioria das vezes, alérgica. De acordo com estudos desenvolvidos pelo International Study of Asthma and Allergies in Childhood (ISAAC), 30% dos adolescentes e 26% das crianças brasileiras apresentam problemas de rinite.

A rinite provoca crises de espirros, coceira nos olhos e garganta, coriza e obstrução nasal como principais incômodos. Esses sintomas aparecem minutos após o contato com os elementos alérgenos.

Doença respiratória também comum, a bronquite é um distúrbio no sistema respiratório que ocorre por processo inflamatório e atinge os brônquios e os alvéolos diante de substâncias agressivas. Apesar de atingir também idosos, é na infância que a bronquite tem a maior incidência. A bronquite pode ser causada tanto por vírus, quanto por bactérias.

Caracteriza-se por: falta de ar, garganta irritada, chiado no peito, febre repentina, pigarro constante e muco amarelado, dentre outros sintomas.

Um aliado poderoso no combate a umidade e prevenção às doenças respiratórias nas crianças é o desumidificador de ar Desidrat, já que, ao controlar a umidade entre 50% e 60%, conforme determina a Organização Mundial da Saúde (OMS), evita a proliferação de microrganismos nocivos à saúde, como ácaros, bactérias e fungos.

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