Dia Nacional do Livro

Dia Nacional do Livro, vender livros

Dia Nacional do Livro, data criada por uma singela homenagem ao dia que foi fundada a Biblioteca Nacional do Brasil em 1810, situada no Rio de Janeiro. 


Pesquisa mostra que á venda de livros segue aquecida na Pandemia


Por conta da pandemia do novo coronavírus (COVID-19), alguns brasileiros buscaram utilizar o livro como uma maneira de se entreter em casa, seja ele físico ou digital.

Segundo uma pesquisa feita pela Nielsen (Empresa global de informação, dados e medição) em parceria com o Snel (Sindicato Nacional dos Editores de Livros), as vendas de livros em livrarias, supermercados e lojas de autoatendimento aumentaram cerca de 6,4% em 2020. 

Os livros têm como função transmitir conhecimento, enriquecer as pessoas culturalmente, divertir, relaxar e sem dúvidas é uma boa companhia.

A leitura proporciona diversos benefícios, como desenvolvimento da imaginação, criatividade, comunicação, além do aumento de vocabulário, conhecimentos gerais e do senso crítico.

Dia Nacional do Livro

Os autores nacionais sentiram os efeitos positivos neste período de “fique em casa”. A cultura foi uma das maiores companheiras para todos.

Escritora Kiusam de Oliveira ressalta a importância do dia Nacional do Livro em todo o país

A escritora e doutora em educação Kiusam de Oliveira que leva para suas obras cultura, literatura, e consequentemente aborda temas como, aspectos sociais, bullying, preconceitos de raça e cor, com o objetivo das crianças de hoje se desenvolverem a fim de formarem opinião consciente no futuro, ressalta:

“É comum associarmos a ideia do livro ao entretenimento ou ao conhecimento. Os textos trazem visões de mundos e o importante para mim seria neste dia destacar a importância do livro e como ele pode tirar pessoas do abismo ou colocá-las lá”, comenta Kiusam.

Não é a toa que Kiusam recebeu o Prêmio ProAC Cultura Negra 2012, com o seu sucesso “O Mundo no Black Power de Tayó”, elencado no ranking dos dez livros mais importantes do mundo, em direitos humanos, pela ONU, entre outros.

O seu recém-lançado O Black Power de Akin (Editora de Cultura), traz a história de Akin um jovem negro de 12 anos que cobre a cabeça com um boné ao ir para a escola.

Ao seu avô, Dito Pereira, ele não conta que tem vergonha do seu cabelo, motivo de chacota dos colegas. Antes que Akin tome uma atitude brusca, o sábio avô, com a força das histórias da ancestralidade, leva o neto a recuperar a autoestima.

Agora confiante, Akin ergue seu cabelo Black Power e se sente um príncipe. Além do prefácio assinado pelo rapper Emicida, O Black Power de Akin tem projeto gráfico e ilustrações que incorporam referências da ancestralidade em linguagem contemporânea de arte digital, criados pelo designer Rodrigo Andrade.

Dia Nacional do Livro

Sobre Kiusam de Oliveira

Nascida em Santo André, grande São Paulo, aos 14 anos ingressou no Colégio IESA para cursar Magistério de 2o Grau

Atua como professora há mais de 25 anos, tendo dedicado grande parte deste período à Educação Especial e à formação de profissionais de Educação no município de Diadema/SP

Leitora contumaz e escritora, desde pequenina foi incentivada por sua mãe, que colocava nos bolsos dela bloquinhos de notas e lápis, para ela registrar o que visse pela frente.

A partir de 2009, iniciou uma sequência de lançamentos literários, com grande repercussão nacional e internacional. Suas obras foram premiadas por diversas frentes: com o livro Omo-Oba-Historias de Princesas, altamente premiado e que em 2019 completou 10 anos de sua primeira edição.

Instagram: @mskiusam/

Site: https://mskiusam.com/