Mitos e verdades sobre queijos

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Mitos e verdades sobre queijos: conheça mais sobre o assunto

Curiosidades sobre o alimento

Existem inúmeros mitos e verdades sobre os queijos.

Queijos fazem bem para a saúde?

Sim, pois são ricos em proteínas, vitaminas e minerais como o cálcio, o potássio, o fósforo, o magnésio, o selênio e as vitaminas A e B2.

Além disso, as gorduras presentes nos queijos são naturais do leite, formadas por ácidos graxos, com efeitos benéficos para a saúde.

O queijo ainda ajuda a acelerar o metabolismo e a reduzir o risco de obesidade. Possui mais cálcio que o próprio leite, que é a base para a fabricação dos queijos.

Você sabia que para fazer 30 gramas de alimento são necessários, em média, 200 ml de leite? Por isso, o queijo possui maior concentração de nutrientes.

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Mitos e verdades sobre queijos

Quanto mais branco o queijo, melhor para a saúde?

Isso é um mito, talvez pelo fato de o Queijo Minas Frescal ser bem leve e branco. Apresenta menor teor de gordura, pois tem mais umidade do que outros queijos, já que a água faz parte da sua composição.

Outro ponto é que na fabricação de alguns queijos, como o Prato, é adicionado o corante natural de urucum, o que deixa o queijo com uma cor mais amarelada. Além disso, em alguns outros queijos, o processo de maturação também altera a cor, deixando-o mais amarelado.

Já o Gorgonzola é um exemplo de queijo que tem a base branca, porém, apresenta mais gordura que os queijos amarelos.

Queijo mofado está estragado ou faz mal?

Queijos mofados não fazem mal, portanto, é um mito. O mofo azul-esverdeado do Gorgonzola, faz parte do processo pelo qual o queijo passou. A presença de bolores é normal e faz parte da sua característica.

Entretanto, caso o queijo apresente um aspecto diferente, com coloração mais amarelada, o seu consumo não é recomendado, especialmente caso esteja fora da validade.

É importante observar as informações de validade impressas na embalagem dos queijos, tanto fechados, como após aberto.

Além do gorgonzola, existem queijos de mofo branco, como o Brie e o Camembert.

O mofo deles é diferente. O Penicillium camemberti é espirrado em volta do queijo, o que forma esta casca bem branquinha e aveludada, que é comestível e uma delícia.

Mitos e verdades sobre queijos

Hábitos errados?

No Brasil, existe um hábito diferente em relação aos queijos que assustaria qualquer francês, pois no país se consome cinco vezes mais queijo do que o Brasil.

É comum que algumas pessoas lavem os queijos, principalmente o Minas Frescal, que normalmente vem com líquido na embalagem. A lavagem, no entanto, não é recomendada.

É mito que congelamento estraga o queijo.

É possível deixar o queijo congelado no máximo por três meses, de preferência, em plásticos herméticos bem fechados. Porém, o congelamento pode mudar a textura do queijo. Ainda assim, você pode usá-lo na receita que desejar.

É importante não descongelar os queijos no micro-ondas! Ao usá-lo, é necessário tirá-lo do congelador e deixar na geladeira para descongelar.

Relação queijo e lactose.

O segredo está no processo e na maturação que alguns queijos passam. Quanto maior o tempo de maturação, menor é a quantidade de lactose presente no queijo.

Os queijos mais maturados podem ter quantidades mínimas ou apenas traços de lactose. Isso ocorre, pois o processo de maturação dos queijos acaba degradando a lactose para formar os componentes usados para gerar energia.

Os queijos frescos, por sua vez, contêm maior quantidade de lactose. Isso acontece porque estão mais próximos da matéria-prima, o leite, como o Minas Frescal e o Cottage.

Se você não quer se arriscar a consumir alimentos com lactose, existem produtos sem lactose

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