O Cinema é uma nave do tempo! – Por Walter Sarça

O Brasil tem ganhado espaço em muitas salas dos cinemas e dos festivais internacionais.

E isso é ótimo, pois além de gerar emprego pra muita gente (roteiristas, produtores, atores, diretores de arte, maquiadores, continuístas, diretores), ainda promove a sétima arte nacional com histórias que merecem serem contadas.

Aquarius, do diretor Kleber Mendonça Filho

Sônia Braga, Irandhir Santos, Humberto Carrão, Maeve Jinkings e outros 50 atores. Com este “grande” elenco, o filme tem causado muita polêmica recentemente. Isso porque o Ministério da Justiça o classificou como impróprio para menores de 18 anos, coincidência ou não, depois de parte do elenco ter protestado contra o presidente interino, Michel Temer, durante o Festival de Cannes.

A estreia nacional está prevista para 1º de setembro.

ELIS, do diretor Hugo Prata

A atriz Andrea Horta vai reviver a cantora que é considerada uma das melhores do Brasil. Com locações em São Paulo, Rio de Janeiro e Paris, o filme promete estrear no segundo semestre. Aguarde!

Reza a Lenda, do diretor Homero Olivetto

O filme foi divulgado como “Mad Max do Sertão”, então, já vale a pena de ser assistido só pela excentricidade. No elenco tem Cauã Reymond e Sophie Charlotte. Corra, pois entrou em cartaz agora em janeiro.

Boi Neon, de Gabriel Mascaro

Este filme mal estreiou aqui no Brasil, agora em janeiro, e já rodou boa parte do mundo e levou 15 prêmios no total, mas a lista promete aumentar. O personagem de Iremar (o ator Juliano Cazarré) é um vaqueiro que almeja uma vida diferente da atual. E talvez o caminho da moda o leve a ter outras inspirações.

O Menino e o Mundo, de Alê Abreu

Foi só ser indicado ao Oscar como melhor animação e este filme ganhou os holofotes brasileiros. Com cenas lúdicas, a narrativa acompanha um garoto em busca de novas aventuras após a morte do seu pai.

Mãe Só Há Uma, da cineasta Anna Muylaert

Se você já assistiu “Que Horas Ela Volta”, fique sabendo logo de cara que a diretora do filme é a mesma que este. O drama conta com um menino que foi “furtado” da maternidade logo ao nascer e que agora, 16 anos depois, se vê obrigado a morar com outra família. Além disso, a sua sexualidade e novas descobertas giram em torno da transexualidade.

Para Minha Amada Morta, do diretor Aly Muritiba

Entre festivais nacionais e internacionais, este filme já ganhou mais de 10 prêmios e agora chega nas telonas do Brasil. A narrativa conta com um marido recém viúvo e uma descoberta que pode mudar a sua vida ao encontrar uma certa fita. Tcha-ráaaaammm! Vai ter suspense, mas é melhor do que spoiler.

Meu amigo Hindu, do cineasta Hector Babenco

O ator americano Willem Dafoe e os brasileiros Selton Mello, Reynaldo Gianecchini, Maitê Proença, Bárbara Paz e Maria Fernanda Cândido estão no elenco deste filme sobre um cineasta diagnosticado com câncer terminal.

A Frente Fria que a Chuva Traz, de Neville D’Almeida

Filmado quase todo no Morro do Vidigal, no Rio de Janeiro, a história mostra jovens que promovem festas milionárias nas lajes das comunidades cariocas, evidenciando o luxo e o lixo de parte da sociedade. No elenco, Mário Bortolotto, Chay Suede, Bruna Linzmeyer (foto) e Michel Melamed.

O Shaolin do Sertão, do cineasta Halder Gomes

Ambientada nos anos 1980, Aluízio Lee (interpretador por Edmilson Filho) é um aficionado por artes marciais e acredita ser um verdadeiro Shaolin, o que o leva a ser motivo de piada em sua cidade natal. Dedé Santana integra o elenco.

Fonte catracalivre