VERÃO DE 85, de François Ozon

VERÃO DE 85

VERÃO DE 85, de François Ozon chega nas plataformas de compra e aluguel no dia 30 de julho.

Longa resgata o espírito dos anos de 1980, com sua música e sua estética, para contar uma história sobre a descoberta do amor entre dois jovens

O longa que fez parte da seleção do Festival de Cannes de 2020, e concorreu em 12 categorias no César de 2021 – entre elas, melhor filme e diretor estará disponível no Itunes /Apple Tv, Google Play, Claro Now, Vivo Play e Sky Play.

O filme é baseado num romance juvenil do escritor inglês Aidan Chambers, que Ozon leu nos anos de 1980, e pelo qual se apaixonou na época.

“Não pensava nisso até agora, porque a verdade é, mais do que qualquer outra coisa, eu queria ver esse filme como cinéfilo. Eu tinha certeza de que alguém faria a adaptação – um diretor americano! Mas, para minha surpresa, isso nunca aconteceu”.

VERÃO DE 85

O diretor ressalta que vários temas do romance já aparecem em seus filmes, e, para ele, era como se o livro estivesse perdido em algum lugar de sua imaginação.

VERÃO DE 85 traz a história de Alex (Félix Lefebvre, de “O professor substituto”), de 16 anos, que passa as férias na Normandia, e acaba salvo por David (Benjamin Voisin, de “O Príncipe Feliz”), de 18 anos, e que se torna uma espécie de o amigo com quem sempre sonhou.

Para contar essa história de amor que não faz julgamentos, Ozon quis, mais do que recriar os anos de 1890, trazer a atmosfera do período, e, para isso, resolveu filmar em película, ao invés do digital que comum atualmente.

“Quando se faz um filme de época isso é necessário. Eu já havia feito ‘Franz’ dessa maneira. Foi emocionante voltar ao Super 16. Há uma sutileza nas cores, que não se consegue com o digital.”

A Hollywood Reporter, na sua crítica, categorizou VERÃO DE 85 como um retorno de Ozon aos seus primeiros filmes. “A adaptação parece fechar um ciclo no cinema do diretor, e para o público que acompanha desde sua estreia no final dos anos de 1990.”

O jornal Le Parisien definiu-o como “um filme magnífico sobre o primeiro amor”, e Les Inrockuptibles, como “um dos melhores filmes do cineasta, com potência no texto, e uma fotografia feita com o coração”.

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