13 curiosidades sobre Carlos Drummond de Andrade

Carlos Drummond de Andrade

Curiosidades sobre Carlos Drummond de Andrade

Faces que talvez você não conheça de um dos mais famosos poetas brasileiros

Quem passa pela orla de Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro, vê uma estátua do poeta Carlos Drummond de Andrade.

Ele está sentado em um banco, com as pernas cruzadas, e de óculos – isto é, se ninguém tiver roubado pois até março deste ano, haviam tirado as hastes do poeta oito vezes. Drummond está de costas para o mar.

Ele raramente fica sozinho. Tiram foto, sentam, conversam, pedem conselhos. Drummond era muito ligado aos amigos – talvez não se importe, aliás, até goste das visitas. Mas o poeta não gostava de aparecer. Dizia que tudo o que tinha a dizer já estava em sua obra.

Raramente dava entrevista e se deixava ser fotografado. “Como a cara que Deus me deu não é das mais simpáticas, e costuma ficar ainda pior quando fotografada, costumo fugir das objetivas como o diabo foge da cruz”, contou a Humberto Werneck em entrevista em VEJA (Editora Abril), de 1977.

Mas quem diria que o poeta gauche (tímido) adorava passar trotes aos amigos? Passava a mão no telefone e ligava. Imitava outra voz e os enganava. Drummond é um poeta como muito mais do que sete faces.

Deixou uma obra extensa e uma certeza: de que a poesia não precisa ser difícil, ela pode ser lida à beira mar, como quem caminha com destino a um lugar desconhecido. Conheça algumas curiosidades sobre o poeta:

Para ler, clique nos itens abaixo:

    1. 1. Nasceu em Itabira, Minas Gerais

    1. 2. Foi expulso do colégio

    1. 3. Teve um desentendimento com Mário de Andrade

    1. 4. Trabalhou no edifício símbolo do modernismo brasileiro

    1. 5. Foi jornalista

    1. 6. Traduziu músicas da banda The Beatles

    1. 7. Inspirou samba de Martinho da Vila

    1. 8. Era fã de Chico Buarque: “nem é preciso dizer”

    1. 9. Foi tema de samba-enredo

    1. 10. Morreu doze dias depois da filha

    1. 11. Deixou poemas inéditos com sua amante

    1. 12. Foi tema de documentário de Fernando Sabino

 

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